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Você está sendo muito radical e simplista. Não ser corrupto não significa não ser corrupto.

Não espere que ele vá ser o melhor só por, aparentemente, não ser corrupto politicamente.
Pior: Alguém não ter sido provado corrupto pode significar simplesmente ser ardiloso o suficiente para evitar rastros que o condenem. Querem exemplo melhor que o própro Lula? Que só tão CHEGANDO PERTO de provar algo agora, depois de mais de TRINTA ANOS que ele tá aí na política?

E isso se formos considerar SÓ a corrupção punível por lei... Há muitas outras corrupções menores possíveis, que nós mesmos cidadãos comuns praticamos no dia-a-dia e não são puníveis - e alguns as praticam intencionalmente até por isso!
 
VictorAresBR disse:
Quem permite a fabricação e distribuição de um material bárbaro que possa fazer no mínimo uma insanidade dessa ser cogitada, não tem capacidade de estar no poder, sequer, mérito para permanecer nele.

Abraço em dobro.
Incrivel e que varios paises desenvolvidos tem isso em seus materiais, mas no Brasil e muito dificil pras pessoas aceitar que teria no livro:

Lucas namorada Ricardo, pois todas as opçoes de amor sao validas.

Ou voce acreditou no que o Bolsonaro disse, que passariam videos de porno gay no colegio? Faça-me o favor.
 
Bem... "Resumi" sua resposta em um único conceito (Analfabetismo Político), que é algo que realmente nem dá pra discordar. Tem um ponto menor ou outro que chegaria a discordar (como a possibilidade de guerra civil ou separatismo ou revolta popular - somos um povo impulsivo mas não combativo, e temos arraigado o hábito de nos protegermos atrás de alguma espécie de "herói"), mas são meros detalhes e não interfeririam de fato no nosso debate. Então, acho que entramos (mais uma vez) num acordo.
Até para mim, que acredito (mesmo que remotamente) em casos de um agravamento extremo da crise política, creio que um risco de guerra ou separatismo seria um exagero. Há meio milênio mantemos quase todas as faixas territoriais que nos foi de "direito". É um exagero imaginar conflitos desse tipo aqui. Mas não chega a não ser cogitado.
Vimos mesmo em 2014, quando a Dilma venceu as eleições, uma intriga perigosa entre estados nortenhos e sulistas. Por mais que seja exagero, é essa "estratégia" de jogar o povo contra o povo que se pode chegar ao "improvável" conflito. É o que eu vejo e creio ter razão.


É curioso notar que há uma equivalência aqui: da mesma forma que Hitler foi um grande estadista e tinha militâncias auxiliares leais, não dá pra dizer que é diferente com o Bolsonaro! Tudo bem que não é nada de tamanho "poder bélico" como a SS, mas você sabe que igrejas evangélicas em geral e diversos grupos de analfabetos políticos (e também funcionais) o apoiam quasi incondicionalmente, né?

As épocas podem ser diferentes, sim, mas as situações me parecem não se configurarem tão distintas assim - não caso se cumpra o requisito de ele (Bolsa) ascender ao poder executivo do país!
Até por que, sendo evidente a tendência do Legislativo se tornar cada vez mais conservador no futuro não tão distante, a governança dele (também conservador) será bem facilitada!
Se formos levar em consideração quem mais se assemelha e pode vir a se tornar um "novo Hitler", cito Lula como exemplo: quando se elegeu, suas falácias convenceram toda uma população, tendo discursos convincentes até hoje (tanto que hoje chega a cobrar mais de R$800 mil reais por palestra, com suas palavras "sagradas"); prometeu o fim do caos financeiro ao país e o apoio aos mais pobres, conquistando assim o apoio da "grande massa"; tem grupos militantes ao seu favor (que atuam até hoje e eu já citei); apoiou e fez alianças com várias ditadores (incluindo apoio aos Castro até hoje). Jogou maior parcela da população (pobre) contra a menor (ricos), a diferença é que Hitler jogou os cristão contra os judeus, arianos contra todas as outras raças. Quando Hitler foi preso, sua militância ameaçou várias vezes o governo, assim como a militância petista já ensaia caso a de Lula venha a ser decretada.

Se esse ser, apesar de tudo, não chegou a ser um "novo Hitler", por quê Bolsonaro seria?

Ednezer disse:
Incrivel e que varios paises desenvolvidos tem isso em seus materiais, mas no Brasil e muito dificil pras pessoas aceitar que teria no livro:

Lucas namorada Ricardo, pois todas as opçoes de amor sao validas.

Ou voce acreditou no que o Bolsonaro disse, que passariam videos de porno gay no colegio? Faça-me o favor.
Primeiro que já começa com "países desenvolvidos", o que dá pra imaginar previamente que o sistema de educação e formação de criança é funcional. Aceitar que qualquer indivíduo é homossexual ou não, é totalmente o contrário de mostrar pornografia (deseinhos de bonequinhos pelados também se enquadra) para crianças que mal tem alfabetização completa. É ridículo que CRIANÇAS sejam expostas a qualquer tipo de conteúdo sexual (sendo ele hétero ou não) em pleno processo de formação mental, ainda em sistema de educação que mal consegue ensinar crianças a ler. Explicar a adolescentes é uma coisa, mas para crianças, brother... Enfim, creio que entendeu.
 
Ednezer disse:
Incrivel e que varios paises desenvolvidos tem isso em seus materiais, mas no Brasil e muito dificil pras pessoas aceitar que teria no livro:

Lucas namorada Ricardo, pois todas as opçoes de amor sao validas.

Ou voce acreditou no que o Bolsonaro disse, que passariam videos de porno gay no colegio? Faça-me o favor.
Cara, ai é difícil em... Terei que concordar com o Vitor.

O Brasil não é um país desenvolvido, portanto não dá pra enquadrar coisas assim nele. A educação é precária e pobre, tentar ensinar estes assuntos mais complexos e delicados é inviável.
 
VictorAresBR disse:
Até para mim, que acredito (mesmo que remotamente) em casos de um agravamento extremo da crise política, creio que um risco de guerra ou separatismo seria um exagero. Há meio milênio mantemos quase todas as faixas territoriais que nos foi de "direito". É um exagero imaginar conflitos desse tipo aqui. Mas não chega a não ser cogitado.
Vimos mesmo em 2014, quando a Dilma venceu as eleições, uma intriga perigosa entre estados nortenhos e sulistas. Por mais que seja exagero, é essa "estratégia" de jogar o povo contra o povo que se pode chegar ao "improvável" conflito. É o que eu vejo e creio ter razão.
Aí que entra o que disse de sermos impulsivos, mas não-combativos. No fim isso tudo se resumiu a panelaços e "sofativismos de internet".
Apesar de tudo, mais um ponto que concordo contigo: é algo remoto e improvável, mas não pode ser descartado - especialmente caso haja alguma forma de intervenção de 'forças oficiais'; pois, como disse, tendemos a nos proteger atrás de alguma figura heróica (como, inclusive, militares). No fim ia ser um festival de troca de ofensas enquanto todo mundo segura seu próprio balde de pipoca no colo! :v


VictorAresBR disse:
Se formos levar em consideração quem mais se assemelha e pode vir a se tornar um "novo Hitler", cito Lula como exemplo: quando se elegeu, suas falácias convenceram toda uma população, tendo discursos convincentes até hoje (tanto que hoje chega a cobrar mais de R$800 mil reais por palestra, com suas palavras "sagradas"); prometeu o fim do caos financeiro ao país e o apoio aos mais pobres, conquistando assim o apoio da "grande massa"; tem grupos militantes ao seu favor (que atuam até hoje e eu já citei); apoiou e fez alianças com várias ditadores (incluindo apoio aos Castro até hoje). Jogou maior parcela da população (pobre) contra a menor (ricos), a diferença é que Hitler jogou os cristão contra os judeus, arianos contra todas as outras raças. Quando Hitler foi preso, sua militância ameaçou várias vezes o governo, assim como a militância petista já ensaia caso a de Lula venha a ser decretada.

Se esse ser, apesar de tudo, não chegou a ser um "novo Hitler", por quê Bolsonaro seria?
Lula TEVE essa capacidade (no pretérito), sim... Mas, se era intenção dele fazer algo mais nesse sentido, no mínimo "perdeu o timming" da coisa. Hoje é visível que ele não tem mais poder de fogo quanto antes (inclusive fiz um tópico a respeito (Debate) Lula 2018... DAFUQ?!? - gostaria que desse uma olhada se possível), então (já) acho tão remoto de acontecer quanto o é a possibilidade dos movimentos separatistas que falamos acima.

Já sobre o Bolsonaro meu temor não é de movimentos organizados e homogêneos, mas sim de movimentos decentralizados e aleatórios que acarretem uma situação de caos civil - algo meio comparável com atentados terroristas, que tenham pouco impacto "físico" mas grande impacto moral. Lembre-se: comparável, não idêntico! Não digo que chegue-se ao ponto de homens-bomba ou pequenos grupos armados atacando em spree kill, mas de pessoas ou grupos de pessoas agindo de uma forma tal que o impacto social se assemelharia ao resultado de terroristas!

Da mesma forma, é até irracional supor que o Bolsonaro chegasse a organizar um levante nacional contra outros países ou povos; mas não seria de se descartar que, aproveitando-se da posição de poder, usasse esses fatos isolados que citei antes para convocar forças "oficiais" que culminassem, só então, num movimento separatista.
Lembrando que, apesar do Lula ter suas próprias milícias, ele não teria nenhum apoio dos militares - e seria um tanto incoerente promover um separatismo de "ingovernáveis X governáveis" numa situação dessas! Já o Bolsa, ainda mais sendo de direita E militar...

Cê tem que concordar que a coisa muda de figura, né?!? ~_~'



VictorAresBR disse:
Primeiro que já começa com "países desenvolvidos", o que dá pra imaginar previamente que o sistema de educação e formação de criança é funcional. Aceitar que qualquer indivíduo é homossexual ou não, é totalmente o contrário de mostrar pornografia (deseinhos de bonequinhos pelados também se enquadra) para crianças que mal tem alfabetização completa. É ridículo que CRIANÇAS sejam expostas a qualquer tipo de conteúdo sexual (sendo ele hétero ou não) em pleno processo de formação mental, ainda em sistema de educação que mal consegue ensinar crianças a ler. Explicar a adolescentes é uma coisa, mas para crianças, brother... Enfim, creio que entendeu.
Por fim, tá aí outra coisa que não tenho como discordar de você - se discordasse, seria incoerente comigo mesmo, ainda mais levando em consideração o que falei sobre contextos de armamentismo.

Daria pra incutir valores de igualdade em crianças brasileiras não-adolescentes? ATÉ daria! Mas teria que ser algo BEM MAIS sutil que já ir jogando logo de cara "Fernando namora Ricardo". (OPA!!! PERALÁ!!! SÔ SOLTEIRO!!! :v) Teria que ser algo mais progressivo, até mesmo um pouco mais "conservador"... Algo que abrisse caminho e permitisse abordar o assunto mais explicitamente em idades onde o raciocínio lógico estivesse mais amadurecido (no equivalente ao antigo "ginasial"? já no Ensino Médio? Faculdade acho que já é meio tardio...)

Mas é fato: mesmo que isso fosse feito de forma mais adequada (spoiler: no Brasil? Faz-me rir! Passamos 11 anos achatando traseiro obrigatoriamente só pra fazer UMA ÚNICA PROVA na vida, e nem isso é feito "de forma mais adequada"!), ainda teria-se um longo chão a se percorrer pra que fosse efetivo de fato. As gerações anteriores, ainda formadas no padrão antigo, iriam naturalmente entrar em conflito com as mais novas educadas neste modelo, e se imporiam até na base da força. E antes mesmo disso há medidas muito mais urgentes pra se implementar no mesmo contexto: exemplo é sermos obrigados a sabermos todos nossos direitos e deveres quando atingimos a maioridade mas até o ano passado não haver uma única iniciativa no sentido de garantir que isso seja cumprido (a propósito, obrigado Romário por desenvolver essa PL e conseguir com que fosse aprovada - se ELE se candidatasse à presidência, esse sim teria meu voto praticamente garantido)!

Eu sei que, ao falar sobre haver mais urgência em sabermos nossa Constituição, vai ter muita gente me perguntando "o quê diabos tem a ver o cu com as calças? Conhecer a Constituição não exime, automaticamente, o sistema de ensinar conceitos de igualdade social, essas coisas não são mutuamente excludentes!!1!shiftone!"
E é AÍ que tá a graça: conhecer nossas leis e conhecer conceitos de igualdade social são mutuamente INCLUSIVAS! Afinal, é na Constituição que tá dizendo que "todos os cidadãos são iguais perante a Lei"!

Logo, se TODOS os cidadãos são iguais perante a Lei, não há nem necessidade de ensinar que devemos aceitar "Fernando namorar Ricardo"! JÁ DISSE QUE SOU SOLTEIRO, CAZZO!!! :troll:
 
Aí que entra o que disse de sermos impulsivos, mas não-combativos. No fim isso tudo se resumiu a panelaços e "sofativismos de internet".
Apesar de tudo, mais um ponto que concordo contigo: é algo remoto e improvável, mas não pode ser descartado - especialmente caso haja alguma forma de intervenção de 'forças oficiais'; pois, como disse, tendemos a nos proteger atrás de alguma figura heróica (como, inclusive, militares). No fim ia ser um festival de troca de ofensas enquanto todo mundo segura seu próprio balde de pipoca no colo! :v
Realmente, não há do que se discordar.



Lula TEVE essa capacidade (no pretérito), sim... Mas, se era intenção dele fazer algo mais nesse sentido, no mínimo "perdeu o timming" da coisa. Hoje é visível que ele não tem mais poder de fogo quanto antes (inclusive fiz um tópico a respeito (Debate) Lula 2018... DAFUQ?!? - gostaria que desse uma olhada se possível), então (já) acho tão remoto de acontecer quanto o é a possibilidade dos movimentos separatistas que falamos acima.

Já sobre o Bolsonaro meu temor não é de movimentos organizados e homogêneos, mas sim de movimentos decentralizados e aleatórios que acarretem uma situação de caos civil - algo meio comparável com atentados terroristas, que tenham pouco impacto "físico" mas grande impacto moral. Lembre-se: comparável, não idêntico! Não digo que chegue-se ao ponto de homens-bomba ou pequenos grupos armados atacando em spree kill, mas de pessoas ou grupos de pessoas agindo de uma forma tal que o impacto social se assemelharia ao resultado de terroristas!

Da mesma forma, é até irracional supor que o Bolsonaro chegasse a organizar um levante nacional contra outros países ou povos; mas não seria de se descartar que, aproveitando-se da posição de poder, usasse esses fatos isolados que citei antes para convocar forças "oficiais" que culminassem, só então, num movimento separatista.
Lembrando que, apesar do Lula ter suas próprias milícias, ele não teria nenhum apoio dos militares - e seria um tanto incoerente promover um separatismo de "ingovernáveis X governáveis" numa situação dessas! Já o Bolsa, ainda mais sendo de direita E militar...

Cê tem que concordar que a coisa muda de figura, né?!? ~_~'
Também não creio que hoje, mesmo o Lula tendo o declarado apoio militar de outros ditadores, Lula não tem o mesmo poder político e apoio pública que tinha antes. Acredito até que as Forças Armadas certamente não permitiriam uma ditadura semelhante as quais eles dizem ser o motivo de suas tomadas ao poder, tanto no Estado Novo como em 64.

Sobre os movimentos homogêneos e descentralizados que você diz temer, compartilho da mesma apreensão. Como eu disse, é remota qualquer possibilidade de conflito, mas já ouvi várias vezes representações do MST (por exemplo) dizer que pegaria em armas por Dilma. Se duas parcelas radicais da população entrarem em conflito (não precisa nem ser armado) é extremamente perigoso sim. Há de se lembrar que Dilma já "se manifestou com armas", assaltando bancos, explodindo carros bombas e tramando contra a vida de oficiais militares. É de fato preocupante sim.

Quanto a conflitos externos, Bolsonaro já deixou claro que não pretende gerar inimizades com outro país, que pregará pela paz e estabilidade na região. O que eu posso até acreditar, mas não achar que seria fácil. A grande potência regional com um governo de direita abalaria, na minha opinião, fortemente relações com Venezuela e Bolívia, por exemplo.

Como você sabe, a partir do momento em que alguém se torna Presidente da República, automaticamente lhe é conferido o cargo de Comandante Em Chefe das Forças Armadas, isso leva a, legalmente, a lealdade militar ser conferida ao presidente. O fato de Bolsonaro ser militar é favorável? Inevitavelmente é. Mas ao meu ver, não faria diferença até que haja um risco de conflito (que eu já disse achar ser remoto).



Por fim, tá aí outra coisa que não tenho como discordar de você - se discordasse, seria incoerente comigo mesmo, ainda mais levando em consideração o que falei sobre contextos de armamentismo.

Daria pra incutir valores de igualdade em crianças brasileiras não-adolescentes? ATÉ daria! Mas teria que ser algo BEM MAIS sutil que já ir jogando logo de cara "Fernando namora Ricardo". (OPA!!! PERALÁ!!! SÔ SOLTEIRO!!! :v) Teria que ser algo mais progressivo, até mesmo um pouco mais "conservador"... Algo que abrisse caminho e permitisse abordar o assunto mais explicitamente em idades onde o raciocínio lógico estivesse mais amadurecido (no equivalente ao antigo "ginasial"? já no Ensino Médio? Faculdade acho que já é meio tardio...)

Mas é fato: mesmo que isso fosse feito de forma mais adequada (spoiler: no Brasil? Faz-me rir! Passamos 11 anos achatando traseiro obrigatoriamente só pra fazer UMA ÚNICA PROVA na vida, e nem isso é feito "de forma mais adequada"!), ainda teria-se um longo chão a se percorrer pra que fosse efetivo de fato. As gerações anteriores, ainda formadas no padrão antigo, iriam naturalmente entrar em conflito com as mais novas educadas neste modelo, e se imporiam até na base da força. E antes mesmo disso há medidas muito mais urgentes pra se implementar no mesmo contexto: exemplo é sermos obrigados a sabermos todos nossos direitos e deveres quando atingimos a maioridade mas até o ano passado não haver uma única iniciativa no sentido de garantir que isso seja cumprido (a propósito, obrigado Romário por desenvolver essa PL e conseguir com que fosse aprovada - se ELE se candidatasse à presidência, esse sim teria meu voto praticamente garantido)!

Eu sei que, ao falar sobre haver mais urgência em sabermos nossa Constituição, vai ter muita gente me perguntando "o quê diabos tem a ver o cu com as calças? Conhecer a Constituição não exime, automaticamente, o sistema de ensinar conceitos de igualdade social, essas coisas não são mutuamente excludentes!!1!shiftone!"
E é AÍ que tá a graça: conhecer nossas leis e conhecer conceitos de igualdade social são mutuamente INCLUSIVAS! Afinal, é na Constituição que tá dizendo que "todos os cidadãos são iguais perante a Lei"!

Logo, se TODOS os cidadãos são iguais perante a Lei, não há nem necessidade de ensinar que devemos aceitar "Fernando namorar Ricardo"! JÁ DISSE QUE SOU SOLTEIRO, CAZZO!!! :troll:
Também gosto muito do Romário, de verdade. Mas em 2018, no que se refere à experiência política, somado com todos os outros fatores que eu vi no Bolsonaro, ele teria minha preferência. Fora Bolsonaro, pra mim, só seria Romário também. Sem sombras de dúvidas.

Eu sempre reforço também: "todos os cidadãos são iguais perante a Constituição." É claro que nem todos são tratados de acordo com o que diz a lei. Não somente gays, mulheres e negros, gordinhos, magros, e brancos (sim, isso mesmo, brancos) são destratados também. O que significa que não se trata de um problema individual, é um problema em que envolve todo um complexo de outros problemas que precisam de solução COLETIVA. É claro que, como eu e até mesmo você citou, tratar com livrinhos pornográficos para crianças em escolas que mal têm carteira para apoiar seus materiais é significado de calamidade.
 
Xeretinha disse:
Bem... "Resumi" sua resposta em um único conceito (Analfabetismo Político), que é algo que realmente nem dá pra discordar. Tem um ponto menor ou outro que chegaria a discordar (como a possibilidade de guerra civil ou separatismo ou revolta popular - somos um povo impulsivo mas não combativo, e temos arraigado o hábito de nos protegermos atrás de alguma espécie de "herói"), mas são meros detalhes e não interfeririam de fato no nosso debate. Então, acho que entramos (mais uma vez) num acordo.


Aliás, me engano! Pois o [member=JeffersonJJ] trouxe um ponto bem peculiar a respeito, e mesmo você já tendo abordado, não dá pra deixar de fazer a observação:


É curioso notar que há uma equivalência aqui: da mesma forma que Hitler foi um grande estadista e tinha militâncias auxiliares leais, não dá pra dizer que é diferente com o Bolsonaro! Tudo bem que não é nada de tamanho "poder bélico" como a SS, mas você sabe que igrejas evangélicas em geral e diversos grupos de analfabetos políticos (e também funcionais) o apoiam quasi incondicionalmente, né?

As épocas podem ser diferentes, sim, mas as situações me parecem não se configurarem tão distintas assim - não caso se cumpra o requisito de ele (Bolsa) ascender ao poder executivo do país!
Até por que, sendo evidente a tendência do Legislativo se tornar cada vez mais conservador no futuro não tão distante, a governança dele (também conservador) será bem facilitada!


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E o interessante é que, até agora, essas expressões que você apresentou NÃO FORAM USADAS por ninguém que tenha argumentado contra o Bolsonaro! Nem mesmo eu usei!

O JJ até fez uma comparação entre o Bolsa e o Hitler, mas o contexto nem foi sobre nazismo em si, e sim sobre a capacidade de dialética de ambos. E isso nada tem a ver com acusar de nazismo - se quiser, dava pra comparar perfeitamente com um Kennedy ou um Churchill da vida que o resultado seria exatamente o mesmo! ^_^

Então, acho que quem fez uso (apressado e inconsequente) de "frases prontas" foi você... Uma pena não ter esperado o contexto apropriado para usá-las, né?!? ~_~'
Falar que bolsonaro apoio a Ditadura é um erro rude. Ele apoia o REGIME MILITAR. E não citei vocês, ou seja por que está se doendo?
 
Também não creio que hoje, mesmo o Lula tendo o declarado apoio militar de outros ditadores, Lula não tem o mesmo poder político e apoio pública que tinha antes. Acredito até que as Forças Armadas certamente não permitiriam uma ditadura semelhante as quais eles dizem ser o motivo de suas tomadas ao poder, tanto no Estado Novo como em 64.

Sobre os movimentos homogêneos e descentralizados que você diz temer, compartilho da mesma apreensão. Como eu disse, é remota qualquer possibilidade de conflito, mas já ouvi várias vezes representações do MST (por exemplo) dizer que pegaria em armas por Dilma. Se duas parcelas radicais da população entrarem em conflito (não precisa nem ser armado) é extremamente perigoso sim. Há de se lembrar que Dilma já "se manifestou com armas", assaltando bancos, explodindo carros bombas e tramando contra a vida de oficiais militares. É de fato preocupante sim.

Quanto a conflitos externos, Bolsonaro já deixou claro que não pretende gerar inimizades com outro país, que pregará pela paz e estabilidade na região. O que eu posso até acreditar, mas não achar que seria fácil. A grande potência regional com um governo de direita abalaria, na minha opinião, fortemente relações com Venezuela e Bolívia, por exemplo.

Como você sabe, a partir do momento em que alguém se torna Presidente da República, automaticamente lhe é conferido o cargo de Comandante Em Chefe das Forças Armadas, isso leva a, legalmente, a lealdade militar ser conferida ao presidente. O fato de Bolsonaro ser militar é favorável? Inevitavelmente é. Mas ao meu ver, não faria diferença até que haja um risco de conflito (que eu já disse achar ser remoto).
Muita hora nessa calma!

Você deve saber tão bem quanto eu que a conferência do cargo de Comandante Em Chefe das Forças Armadas não é impeditivo nenhum para amotinação militar (golpe). Na maioria das vezes, é muito mais determinante a validação do ato (para que haja apoio externo e/ou até interno) que o simples fato de isso significar insurgência ao superior.
Você deve saber, também, que num regime militar "os fins justificam os meios" - além do modelo ser totalmente oposto ao democrático (do contrário, por força de voto seriam os generais a combaterem e não as tropas). Isso pode significar tanto a revolta quanto a simples morosidade em atender comandos.

Sim. Pelo que vi, o Bolsonaro não pretende entrar em confrontamento com outros países. Por outro lado teríamos que ver como Venezuela e Bolívia reagiriam - ou não! Com a mudança de ideologia no poder argentino, é bem capaz que já tenhamos uma "prévia" do desenrolar das coisas... Mas se fosse um Lula em uma situação dessas, ele certamente não teria apoio eficiente das forças armadas.

Basta lembrar que, quando ele assumiu, a expectativa maior era "quem vai atacar quem primeiro?" - dólar disparou, inflação começou a subir, empresas evadiram... E mesmo ele não tendo tomado nenhuma atitude "golpista", ainda teve que cortar um dobrado com os militares; ainda mais depois que vazaram umas denúncias de morte por exaustão durante treinamento de recrutas e mais umas coisinhas menores aí envolvendo militares. A partir de então o Lula teve que tomar umas medidas "populistas" para agradar os militares e melhorar a cooperação deles em demandas civís (como a ocupação do Alemão, o estado de sítio causado pelo PCC em SP, e até os desmoronamentos nos morros de Petrópolis) - a licitação de aeronaves que culminou na compra dos Gripen foi a mais vistosa delas, mas teve outras medidas menos notáveis (a troca do 'Sucatão' pelo 'AeroLula' foi outra - junto dessa compra teve uma gorda verba para renovação de equipamentos militares). No caso, só o que faltava era a validade do ato junto à população OU a entidades internacionais pra Lula e Exército assumirem esse "estranhamento" mútuo; e como a coisa tava bem dividida mas sem nada favorecendo a um dos lados de fato, os dois simplesmente "deixaram rolar" como estava.

Por fim, um aparte, sobre a Dilma ter 'pego em armas':
De tudo o que ela cometeu e foi registrado de fato Conselho de Segurança Nacional da época, nada pode ser considerado como participação ativo-executora. Mesmo "forçando" a interpretação, ela só poderia ser acusada de mentoria e cumplicidade.
Os "delitos" de Dilma listados pelo inquérito policial militar de 1969 registrado no CSN são: pertencer a "organização clandestina e revolucionária de cunho marxista-leninista", fazer parte da célula política da organização na faculdade de medicina, integrar o setor estudantil da organização, "encarregada de coordenar as ações nas escolas", realizar reuniões de "caráter subversivo em seu apartamento", participar de congresso da organização em Contagem, convidar dois integrantes (Ageu Henriger Lisboa e Marcos Antonio de Azevedo Meyer) para entrar na organização, receber contribuições mensais para a organização e utilizar "sua residência" para realizar reuniões da organização.

Aquela ficha criminal dos arquivos do DOI-CODI é, no mínimo, "exagerada" - pois imputou a ela os mesmos crimes que foram praticados pelo grupo Colina como um todo, na simples intenção de validar o monitoramento dela por tempo indeterminado (assim como aumentar a duração da pena dela, que era pra ser de 2 anos e se prolongou por 3).
O mesmo DOI-CODI em que, aliás, Vlad Herzog "se suicidou" amarrando um cinto numa altura que lhe batia o peito pra se enforcar.

Como eu disse, pra militares "os fins justificam os meios". Não fosse assim, não haveriam acordos de condutas de guerra como os da Convenção de Genebra e por aí afora.
Até hoje se diz que - em dados oficiais - a ditadura militar não matou mais que quinhentas pessoas... Mas e as mortes que convenientemente não foram registradas em arquivos oficiais?
Sinceramente: ascender ao poder alguém advindo desse tipo de cultura (como o Bolsa) me dá medo, mesmo que os indicadores sejam altamente desfavoráveis. Sabemos que a História tem a horrível mania de se repetir...


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Falar que bolsonaro apoio a Ditadura é um erro rude. Ele apoia o REGIME MILITAR. E não citei vocês, ou seja por que está se doendo?
Ué! Constatei um fato: a oportunidade para você declarar aquilo foi inoportuna! O tópico já tá com 70 respostas e nada do que você afirmou se concretizou... Pelo contrário: eu, o [member=JeffersonJJ] e o [member=VictorAresBR] tamos debatendo aqui o assunto de forma TÃO civilizada que, até agora, não pendeu pra UM ÚNICO ataque pessoal entre nós!

E falar que "não apoiou a Ditadura mas apoia o Regime Militar" é um tanto quanto subjetivo, além de controverso - ele realmente não tinha condições de apoiar a Ditadura pois, nas épocas em que elas estourraram (Estado Novo e 64), ele sequer tinha idade pra tanto: Estado Novo ele ainda sequer era nascido, e 64 ele tinha malemá 10 anos.
Por sua vez, ele pode até não apoiar HOJE aquela ditadura (por motivos diversos); mas apoiar o modelo de regime militar em sí é, sim, apoiar um modelo de governo tipicamente vigente em ditaduras!



Agora, tu vem aqui tentando "ganhar" debate na base da erística? Com frases prontas das quais você mesmo acusa os outros de usarem?
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Muita hora nessa calma!

Você deve saber tão bem quanto eu que a conferência do cargo de Comandante Em Chefe das Forças Armadas não é impeditivo nenhum para amotinação militar (golpe). Na maioria das vezes, é muito mais determinante a validação do ato (para que haja apoio externo e/ou até interno) que o simples fato de isso significar insurgência ao superior.
Você deve saber, também, que num regime militar "os fins justificam os meios" - além do modelo ser totalmente oposto ao democrático (do contrário, por força de voto seriam os generais a combaterem e não as tropas). Isso pode significar tanto a revolta quanto a simples morosidade em atender comandos.

Sim. Pelo que vi, o Bolsonaro não pretende entrar em confrontamento com outros países. Por outro lado teríamos que ver como Venezuela e Bolívia reagiriam - ou não! Com a mudança de ideologia no poder argentino, é bem capaz que já tenhamos uma "prévia" do desenrolar das coisas... Mas se fosse um Lula em uma situação dessas, ele certamente não teria apoio eficiente das forças armadas.

Basta lembrar que, quando ele assumiu, a expectativa maior era "quem vai atacar quem primeiro?" - dólar disparou, inflação começou a subir, empresas evadiram... E mesmo ele não tendo tomado nenhuma atitude "golpista", ainda teve que cortar um dobrado com os militares; ainda mais depois que vazaram umas denúncias de morte por exaustão durante treinamento de recrutas e mais umas coisinhas menores aí envolvendo militares. A partir de então o Lula teve que tomar umas medidas "populistas" para agradar os militares e melhorar a cooperação deles em demandas civís (como a ocupação do Alemão, o estado de sítio causado pelo PCC em SP, e até os desmoronamentos nos morros de Petrópolis) - a licitação de aeronaves que culminou na compra dos Gripen foi a mais vistosa delas, mas teve outras medidas menos notáveis (a troca do 'Sucatão' pelo 'AeroLula' foi outra - junto dessa compra teve uma gorda verba para renovação de equipamentos militares). No caso, só o que faltava era a validade do ato junto à população OU a entidades internacionais pra Lula e Exército assumirem esse "estranhamento" mútuo; e como a coisa tava bem dividida mas sem nada favorecendo a um dos lados de fato, os dois simplesmente "deixaram rolar" como estava.

Por fim, um aparte, sobre a Dilma ter 'pego em armas':
De tudo o que ela cometeu e foi registrado de fato Conselho de Segurança Nacional da época, nada pode ser considerado como participação ativo-executora. Mesmo "forçando" a interpretação, ela só poderia ser acusada de mentoria e cumplicidade.
Os "delitos" de Dilma listados pelo inquérito policial militar de 1969 registrado no CSN são: pertencer a "organização clandestina e revolucionária de cunho marxista-leninista", fazer parte da célula política da organização na faculdade de medicina, integrar o setor estudantil da organização, "encarregada de coordenar as ações nas escolas", realizar reuniões de "caráter subversivo em seu apartamento", participar de congresso da organização em Contagem, convidar dois integrantes (Ageu Henriger Lisboa e Marcos Antonio de Azevedo Meyer) para entrar na organização, receber contribuições mensais para a organização e utilizar "sua residência" para realizar reuniões da organização.

Aquela ficha criminal dos arquivos do DOI-CODI é, no mínimo, "exagerada" - pois imputou a ela os mesmos crimes que foram praticados pelo grupo Colina como um todo, na simples intenção de validar o monitoramento dela por tempo indeterminado (assim como aumentar a duração da pena dela, que era pra ser de 2 anos e se prolongou por 3).
O mesmo DOI-CODI em que, aliás, Vlad Herzog "se suicidou" amarrando um cinto numa altura que lhe batia o peito pra se enforcar.

Como eu disse, pra militares "os fins justificam os meios". Não fosse assim, não haveriam acordos de condutas de guerra como os da Convenção de Genebra e por aí afora.
Até hoje se diz que - em dados oficiais - a ditadura militar não matou mais que quinhentas pessoas... Mas e as mortes que convenientemente não foram registradas em arquivos oficiais?
Sinceramente: ascender ao poder alguém advindo desse tipo de cultura (como o Bolsa) me dá medo, mesmo que os indicadores sejam altamente desfavoráveis. Sabemos que a História tem a horrível mania de se repetir...
Claro. Tanto que o Jango foi sucedido por militares os quais o devia, de acordo com a lei, lealdade. Mas foi à força? Foi de fato um golpe? Eu não posso te afirmar com certeza, pois naquele momento sequer meu pai era nascido, e as informações vindas de ambas as partes para mim, não são confiáveis, mas de acordo com um lado, Jango foi deposto pelo Congresso Nacional e um militar foi escolhido por ele (pelo congresso) para assumir a presidência e devolver a ordem ao país - volto à afirmar que não me permito a acreditar nessa informação nem em uma contrária até que uma prova definitivamente concreta seja apresentada -. Todos nós sabemos que a lealdade máxima de qualquer força militar é para com a pátria, tanto que todos os "regimes" só aconteceram e foram mantidos com tal justificativa.

O comunismo, para alguns, poderia até ser um modo de administração melhor para o Brasil, mas implantar um regime desse em pleno continente Americano, já abalado com o que aconteceu em Cuba (que territorialmente não se passa de uma ilha), um regime semelhante num dos países importantes da América (e de tamanho continental) nos colocaria imediatamente na linha de frente da Guerra Fria. Mesmo nós não tendo ABSOLUTAMENTE nada a ver com a briguinha infantil entre URSS e EUA. Uma guerra entre o Brasil o os Estados Unidos, transformaria nós em o campo de batalha da Terceira Guerra Mundial. Tudo isso significa que, mesmo que contra a vontade, um regime comunista naquele momento nos DESTRUIRIA. É claro, que nesse contexto, a justificativa para a deposição de Jango por segurança nacional é válida. Não há como negar. Mas por quê não simplesmente convocar a população e promover novas eleições? Se fosse para discutir isso, discutiríamos até o fim de nossas vidas. O que não há como negar é que tudo não se passou de um blattlefield indireto usado pelas potências da Guerra Fria.

É claro que muitos morreram aqui. Morreram e não foram só esses 500, basta ter raciocínio lógico para saber disso. Assim como também sabemos, com o mesmo raciocínio lógico, que uma ditadura comunista mataria milhares de vezes mais aqui (assim como aconteceu em todos os outros países com esse tipo de regime), o que claro, NÃO justifica que a democracia seja arrancada daqui para isso "seja evitado" como foi em 64. Devemos lembrar que havia sim um conflito ideológico e havia baixa dos dois lados. Havia quem fosse para Coreia do Norte receber treinamento e voltar para cá, lutar com o exército, tomar uma surra e depois se portar como "vítimazinha", assim como também havia exageros por parte do exército, e perdas por parte dele também. Por mais que não seja oficial, não há como negar que aquilo foi uma pequena guerra e, em uma guerra sempre há baixas. Inocentes morrem numa guerra. INFELIZMENTE é a verdade.

Dizer que o exército esconde fatos daquele período é verdade. Dizer que Dilma esconde fatos daquele período seria mentira? Afinal, por quê uma comissão da verdade foi criada para obter respostas sobre atos do exército e não foi criada uma sobre a "organização" em que Dilma supostamente trabalhou com uma granada na cintura e um AK-47 em punho? Fatos que o ex-marido dela disse não fugiram muito dessa suposição. Ela é acusada até hoje por planejar mortes de soldados, o que seria longe de uma manifestação, seria contra a vida e um crime contra a pátria. Ela mesma não permite a criação de uma comissão para analisar possíveis crimes cometidos por ela e seu grupo... É por este e outros motivos que não defendo nenhum dos dois lados da ditadura. Todos sujos. Lutavam por poder. É o mais óbvio de tudo.

Mas somente pelos fatos já comprovados de que Dilma fez na ditadura, à torna a pessoa mais "perigosa" a se assumir o posto de presidente deste país. De fato é inviável imaginar o nosso exército do lado dela se ela quiser impor um regime ditatorial, evidentemente. Mas não podemos esquecer que exércitos externos a apoiariam. Nesse caso, o perigo é/seria, na minha opinião, maior do que qualquer perigo que supostamente Bolsonaro apresentaria.

Volto a expressar minha opinião de que o exército somente interviria em favor de Bolsonaro (mesmo muitíssimo remotamente) caso de acordo com eles houvesse uma "interferência na democracia". Por exemplo, uma investida (interna ou externa) de querer colocar ou manter alguém a força no comando do país.
Nessas circunstâncias eu posso crer que Bolsonaro poderia vir a ser eleito indiretamente como presidente (MINHA OPINIÃO). É algo que eu vejo impossível de acontecer nos contextos atuais, e mesmo assim, creio representar menos perigo do que o governo Lula apresentou e o de Dilma apresenta.
 
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