Isso em particular é por dois motivos:
1º- não cumprimento correto das leis já existentes. Convencionou-se que o menor é uma espécie de "divindade" hiperdelicada eque deve ser protegido a todo custo (com penas severas àquele que não o fizer), então QUALQUER oficial envolvido com esses assuntos acaba "pecando pelo excesso" e dá nisso.
2º- até como consequência do primeiro motivo, tudo que se comete durante a menoridade NÃO É transferido na ficha criminal quando o "meliantezinho" completa a maioridade. Isso dá uma baita brecha de impunidade e isenção de consequências - e é o principal ponto que acredito que devesse ser alterado nas leis atuais. Pois a quantidade de menores que fazem "o caralhaquatro" já pensando em, ao completarem 18, se tornarem "cidadãos de bem" não tá escrito. Claro que no decorrer eles acabam "viciando" na coisa, mas criança não pensa nessas coisas quando começa!