O DEVORADOR DE FOTOS

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Yomi Megu

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Dentre as culturas do Oriente e Ocidente africano, há o mito do Picha Mlaji, ou Devorador de Fotos. A lenda surgiu no final dos anos 80, nas sombrias áreas de dominação europeia no oriente africano, mas a lenda parece ter alcançado o Cairo, o Congo Belga e talvez até uma parte da índia. Apesar das muitas variações na lenda, um garoto desnutrido em uma bicicleta parece sempre ser o catalisador para uma série de acontecimentos.

A prática da fotografia estava se infiltrando lentamente no continente africano e era utilizado apenas pelos administradores das colônias, para terem uma identificação por foto de seus oficiais e ocasionalmente registrarem algum momento importante.


Geralmente, a lenda conta que o garoto surge de bicicleta em algum vilarejo africano e pergunta para alguma pessoa, se ela sabe o que é fotografia. Se a resposta for “sim”, o garoto perguntará se a pessoa tem alguma foto e se ele pode ver. Se a resposta for “não”, o garoto se afastará para perguntar a outra pessoa. Se a pessoa mostrar uma foto para o garoto (ou Picha Mlaji), ele a pegará imediatamente e fugirá de modo tão rápido que ninguém poderá para-lo.


Algumas noites após o roubo da foto, qualquer pessoa que estiver nela, tirando a própria pessoa que mostrou a foto para o garoto se ela também estiver nela, morrerá de alguma das duas formas abaixo:



  • A primeira e a mais comum é a que a vítima desaparece por dois dias e duas noites, retornando apenas como uma pilha de ossos quebrados. Os ossos estão quebrados de maneira que o tutano pudesse ser consumido. O crânio é o único intacto; porém, ele é posto no topo da pilha de ossos quebrado com a foto presa entre os dentes. A pessoa desaparecida estará riscada ou queimada na foto. O processo continuará até que todas as pessoas na foto sejam devoradas, com uma nova cópia da foto surgindo na pilha de ossos.

  • A segunda forma ocorreu apenas em regiões sudaneses, e é mais detalhada: o corpo da pessoa desaparecida surgirá mais rápido – apenas um dia, ou mesmo algumas horas – e mais intacto se comparado à primeira forma. Mas estará coberto por marcas de mordidas, pedaços de carne e músculos arrancados assim como os olhos. O corpo estará em avançado estado de decomposição, mesmo que estivesse desaparecido por no máximo 30 horas. A foto original estará amassada na mão da última vítima com a imagem das outras vítimas riscadas assim como na primeira foto.
Mais perturbador que as formas como as vítimas são canibalizadas, é como o garoto continua a perseguir a pessoa de quem roubou a foto, ameaçando-a a ter o mesmo destino das outras vítimas a não ser que mais fotos lhe sejam entregues. Vilarejos inteiros desapareceram em questão de dias. O destino da pessoa que inicia tudo isso varia, algumas ficam sem fotos e são devoradas, outras são deixadas vivas para espalhar a lenda, embora não demorem muito para morrer por fraqueza ou execução como culpadas pelas mortes.

Os casos de Picha Mlaji foram gradualmente perdendo força com o passar dos séculos, mas acredita-se que a criatura tenha reaparecido durante a Primeira guerra civil na Libéria, onde várias crianças soldado foram encontradas mutiladas de maneiras similares às antigas vítimas do Picha Mlaji, com a última criança sendo encontrada com uma foto amassada na mão. A foto tinha sido tirada duas semanas antes de ser encontrada, e mostrava uma unidade de crianças soldado
 
Bom conto.

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