Dá uma olhada nisso aqui, dá uma resumida boa e apresenta as noções mais básicas do assunto:
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-e-a-teoria-da-relatividade
Mesmo assim, a teoria da Relatividade é "relativamente simples" (pun not intented): todo corpo TEM que "estar em movimento", em uma relação espaço:tempo. À medida que estamos mais inertes no espaço, o tempo passa mais rápido, e vice-versa (à medida que estamos nos movendo, o tempo desacelera).
POBREma é: ainda não se conseguiu observar NADA absolutamente parado, nem em uma coisa nem em outra. Mesmo uma pedra está em movimento - se não no terreno onde ela se encontra, ao menos o terreno por si só está se movimentando (graças aos movimentos de rotação e translação da própria Terra, além de outros movimentos cósmicos); por outro lado, ainda não se conseguiu mover nada em velocidade tão absurdamente alta como a Velocidade da Luz - que é a velocidade espacial cuja qual Einstein teorizou ser o "limite universal". Então ainda não se conseguiu constatar os efeitos consequentes de nada em algum dos "zeros absolutos" das duas extremidades.
Por conseguinte, também não conseguiu se definir o que aconteceria ALÉM desses limites. A conclusão lógica é que: ao se acelerar à velocidade da luz +1, poderia-se voltar no tempo; e ao se DESacelerar até à "velocidade da luz inerte" -1, poderia-se saltar até o futuro (fornecendo assim um sistema que permitisse viagens temporais). Isso, claro, usando a lógica - mas são duas coisas tão inatingíveis atualmente que especula-se que poderia acontecer algo totalmente imprevisto, como um buraco negro que acabasse com tudo ou coisa do tipo.
Ainda assim, tudo o que já se mediu até hoje entre esses dois extremos demonstra que a teoria "tá valendo". Exemplo prático é o ajuste nos relógios dos satélites de GPS conforme apresentado no link que eu passei.
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