Quando se fala em “jogo banido”, talvez o primeiro que venha à mente de muito jogador é Carmageddon. Talvez isso tenha deixado muito maníaco frustrado quando a decisão foi tomada por vários governos há muitos anos.
Mas, de um ponto de vista moral, convenhamos que era difícil questionar a exclusão. Quer dizer, um sujeito dirigindo alucinadamente por uma cidade e garantindo tanto mais pontos quanto mais pedestres virassem purê de tomate? Complicado.
Bem, mas nem todas as decisões tomadas pelos governos mundo afora para castigar um título com o ostracismo são assim tão justificáveis. Na verdade, algumas vezes são decisões realmente... Peculiares.
Há de tudo: de questões de cunho diplomático até condenações por conteúdo homossexual (mesmo que não explícito), passando pela proibição por propagandas de energético e, finalmente, desembocando no impedimento pela presença da palavra “deus” no título. Há vários exemplos. Convém dar uma olhada mais de perto, inclusive.
Mas não teve jeito. Afinal, dentro do jogo, o nome original ainda aparecia. E isso foi demais para alguns espíritos religiosos mais inflamáveis.
Entretanto, o que não passou de alguns comentários (mesmo que levemente maldosos) em alguns lugares foi encarado de forma bastante negativa em Singapura. Por conta de uma “cena de sexo lésbico”, o jogo foi proibido no país. As sequências acabaram proscritas também nos Emirados Árabes Unidos, por conta de “relacionamentos homossexuais”.
Mas essa não é a parte mais “curiosa” do caso. Quem fosse pego vendendo o título da Activision poderia ter que prestar serviços comunitários ou mesmo acabar atrás das grades por algum tempo.
O problema é que as relações entre os dois países sempre foram bastante delicadas. Dessa forma, colocar sul-coreanos para metralhar norte-coreanos em uma guerra de proporções globais pareceu ao governo da Coreia do Sul algo bem pouco diplomático. Difícil condenar a decisão, de fato. Sobretudo quando se considera o caráter quase sempre inflamável do governo norte-coreano.
De acordo com as autoridades do país, algumas cartas incluíam símbolos como a Estrela de Davi, “a qual, como todos sabem, está conectada ao sionismo internacional e a um emblema nacional de Israel”.
O problema foi uma única arma. Intitulada “Alien Anal Probe” (sonda anal alienígena), a postura foi a de que ela incentivaria violências de ordem sexual.
)
Mesmo sendo um hack, o conteúdo (bastante explícito) foi demais para o governo do país. A descoberta fez ainda com que o título fosse reavaliado como “Somente para adultos” nos EUA.
(sacanage ¬¬)
fonte: http://www.baixakijo...otivos-bizarros
Mas, de um ponto de vista moral, convenhamos que era difícil questionar a exclusão. Quer dizer, um sujeito dirigindo alucinadamente por uma cidade e garantindo tanto mais pontos quanto mais pedestres virassem purê de tomate? Complicado.
Bem, mas nem todas as decisões tomadas pelos governos mundo afora para castigar um título com o ostracismo são assim tão justificáveis. Na verdade, algumas vezes são decisões realmente... Peculiares.
Há de tudo: de questões de cunho diplomático até condenações por conteúdo homossexual (mesmo que não explícito), passando pela proibição por propagandas de energético e, finalmente, desembocando no impedimento pela presença da palavra “deus” no título. Há vários exemplos. Convém dar uma olhada mais de perto, inclusive.
- Injustice: Gods Among Us
Mas não teve jeito. Afinal, dentro do jogo, o nome original ainda aparecia. E isso foi demais para alguns espíritos religiosos mais inflamáveis.
- Mass Effect
Entretanto, o que não passou de alguns comentários (mesmo que levemente maldosos) em alguns lugares foi encarado de forma bastante negativa em Singapura. Por conta de uma “cena de sexo lésbico”, o jogo foi proibido no país. As sequências acabaram proscritas também nos Emirados Árabes Unidos, por conta de “relacionamentos homossexuais”.
- Call of Duty: Black Ops 2
Mas essa não é a parte mais “curiosa” do caso. Quem fosse pego vendendo o título da Activision poderia ter que prestar serviços comunitários ou mesmo acabar atrás das grades por algum tempo.
- Homefront
O problema é que as relações entre os dois países sempre foram bastante delicadas. Dessa forma, colocar sul-coreanos para metralhar norte-coreanos em uma guerra de proporções globais pareceu ao governo da Coreia do Sul algo bem pouco diplomático. Difícil condenar a decisão, de fato. Sobretudo quando se considera o caráter quase sempre inflamável do governo norte-coreano.
- Pokémon Trading Card Game
De acordo com as autoridades do país, algumas cartas incluíam símbolos como a Estrela de Davi, “a qual, como todos sabem, está conectada ao sionismo internacional e a um emblema nacional de Israel”.
- Saints Row 4
O problema foi uma única arma. Intitulada “Alien Anal Probe” (sonda anal alienígena), a postura foi a de que ela incentivaria violências de ordem sexual.
- EA Sports MMA
- Grand Theft Auto: San Andreas
Mesmo sendo um hack, o conteúdo (bastante explícito) foi demais para o governo do país. A descoberta fez ainda com que o título fosse reavaliado como “Somente para adultos” nos EUA.
(sacanage ¬¬)
- Todo e qualquer jogo com tiro
- Command & Conquer: Generals
- Football Manager 2005
- Hearts of Iron
- Prototype 2
- God of War
- Tom Clancy's Splinter Cell: Pandora Tomorrow
fonte: http://www.baixakijo...otivos-bizarros